quarta-feira, 16 de outubro de 2013

JOPARES 2011


Alunos da escola Maria Tereza iniciaram esta semana a participação nos Jogos Paradesportivos da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande.

Com tradição nestes jogos, nossa equipe começou as disputas no atletismo e na próxima semana começam as disputas no polybat e na bocha adaptada.
A aluna Alice Vitória ficou em 3º lugar,,  no jogo de bocha, uma modalidade adaptada.



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Introdução
    Ao analisarmos o processo de transformação e evolução histórica, social e cultural das pessoas com deficiência, identificamos que cada vez mais, as mesmas, vêm conquistando espaços em nossa sociedade.
    Entre as aquisições, destacamos a obtenção dos direitos à educação, trabalho e lazer, entre outros. E, em meio a essas conquistas, destacamos o avanço quanto à procura para a prática de uma atividade física, seja recreativa ou desportiva.
    O objetivo desta pesquisa foi identificar quais os agentes influenciadores que motivam as pessoas com deficiência física a praticarem o bocha adaptado.
   
O Bocha adaptado
    O bocha adaptado é similar ao Bocha convencional, ou seja, o jogador tem como objetivo encostar o maior número de bolas na bola alvo.
    O jogo consiste em um conjunto de seis bolas azuis, seis bolas vermelhas e uma bola branca (bola alvo).
    A quadra deverá ser lisa e plana como o piso de um ginásio em madeira ou sintético. A área é delimitada por linhas que possui uma dimensão de 12,5m x 6m (maiores detalhes em CP-ISRA). 

  • Equipe - para jogadores classificados como BC1 e BC2.
A classificação também segue as normas e regras da CP-ISRA, sendo que cada classe é denominada pela funcionalidade de cada jogador. A classe BC1 é composta por pessoas com tetraplegia espástica severa com ou sem atetose, no qual há pouca amplitude de movimentos ou força funcional em todos os movimentos nas extremidades e no tronco. Dependem da cadeira de rodas e precisam de auxilio durante o jogo, assim como de assistência tanto para a remoção da cadeira de rodas, quanto para a aquisição da bola.
A classe BC2 é composta por pessoas com tetraplegia espástica de severa a moderada, os mesmos itens relacionados a classe BC1, a única diferença é que podem impulsionar a cadeira de rodas manualmente. As pessoas da classe BC3 utilizam calha e um calheiro para realizar o jogo. E por fim, na classe BC4 as pessoas possuem diplegia de moderada a severa com controle mínimo nas extremidades das mãos, e ainda, com limitações de tronco e pouca força funcional nos quatros membros.